quarta-feira, 27 de junho de 2012

O fato que ninguém assume

"Você não me amava, apenas gostava da minha presença, quando todos te deixavam. Você não me amava, apenas gostava de ver que alguém, realmente se importava com o seu bem-estar. Apenas gostava do modo que eu te tratava, como ninguém nunca te tratou. Você não me amava, apenas me pedia para ficar, para não perder aquela pessoa, que não se importava em se entristecer, para te ver sorrir. Você não me amava, apenas se sentia importante, quando via que, um dia sem você, era muito tempo para mim. E eu? Eu te amo, desde o ínicio. Eu te amo, mesmo que doa. Eu te amo, mesmo sentindo tudo, sozinho. Eu te amo, mesmo que hoje você diga, que nunca quis me iludir."

domingo, 24 de junho de 2012

Felicidade é esperar o momento certo pra ser feliz

Bem-vinda seja a paz de volta ao nosso lar
Depois de tanto guerrear o amor venceu
É mais que um sonho eu nem posso acreditar
Abre a porta, pode entrar
Vem ver que nada que foi nosso se perdeu
Pra que brigar
E tentar se desfazer de um amor
Que o bem querer tratou de erguer e defendeu
Que bom te ver, esta luz no seu olhar
Hoje há de me guiar pr'eu acordar nos braços teus...
E quando acordar
Eu quero te amar do jeito que sempre te amei
Matar a saudade que o tempo deixou no meu peito
Tirar esse nó da garganta
Viver esse amor imperfeito
O amor que apesar das barreiras nunca foi desfeito

quinta-feira, 21 de junho de 2012

tudo o que eu queria dizer agora

Confesso que me dá uma saudade irracional de você. E tenho vontade de voltar atrás, de ligar, de te dizer mil coisas, e cair em suas mãos, sem me importar com nada, simplesmente entregar-te meu coração. Mas não, renuncio, me controlo e digo para mim mesmo que não é assim, que não pode ser, que você se foi, e não volta

quarta-feira, 13 de junho de 2012

E se...

" Edson Lopes tinha 22 anos quando atendeu a ligação que mudaria sua vida. Era um domingo, 13 de abril de 1969, e ele - um aspirante a marinheiro - conversava com mais dois militares no pátio da Escola Naval, no Centro do Rio, onde estudava.
Por volta de quatro da tarde, o telefone tocou. Por ser o mais jovm, Edson cumpriu com a obrigação hierárquica, correndo em direção à parede. Chegou a tempo de ouvir uma pergunta, feita por uma voz feminina :
- A Lúcia está?
Era engano, ali não havia qualquer Lúcia, disse, para logo emendar:
- Mas eu sirvo?
Do outro lado da linha, Aurora Maria, de 20 anos, teve uma fração de segundo para responder. Ela era filha única, tijucana, recém-formada no Instituto de Educação. Ligara atrás da amiga Lúcia Regina, com quem combinara um cinema,e, de repente , por obra do acaso - ou da Telerj - ouvia uma voz estranha, de um desconhecido, com uma pergunta inusitada. Servia?
- Serve - respondeu Aurora. - Se for pra bater papo , serve.
Conversaram por uma hora. Edson disse seu nome, Aurora mentiu sobre o dela ( inventou que era Cristina). Edson disse onde morava, Aurora mentiu novamente ( contou que era de Copacabana). Edson lhe deu o telefone da Escola Naval, Aurora respondeu que não gostava de militar, mas passou a ligar diariamente.
Dali a um mês os dois se encontrariam ( e ela revelaria o nome verdadeiro) ; dali a quatro , trocariam o primeiro beijo. Em três anos estariam casados. Construiriam uma casa no Itanhangá, teriam três filhos e três netos. Se aposentariam, abririam uma pequena imobiliária. Estão juntos há 43 anos.
- Acho que é destino. Todo mundo tem seu destino traçado.- diz Edson, hoje com 65 anos.

(..)
Eu chamo isso de acaso e necessidade. Porque se uma pessoa não faz a escolha de se entregar à outra, o acaso não acontece.
Quarenta e três anos atrás, na ligação que caiu no lugar errado, Aurora Maria se viu diante dessa escolha. Poderia ter dito que não, que Edson não servia, ligado de novo para amiga Lúcia e partido para o cinema.
-A vida te dá opções, e você escolhe o que é bom para você naquela hora. - ela diz. -Eu tive a oportunidade de dizer um "sim" . E disse "

E se ...
Revista O Globo.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Dia do amor

Solteiro ou namorando são apenas títulos. É o seu coração que determina seu verdadeiro status de relacionamento.

Feliz dia dos namorados!!!

domingo, 10 de junho de 2012

Meninos de costas

“Não me sonhe, por favor. Pessoas que acham que podem me amar me ofendem. É sempre muito pouco o que elas podem e é sempre muito diferente do que deveria ser amor o que elas oferecem.
Eu custo a suportar a banalidade do meu ser. Eu custo a aceitar uma relação como a que qualquer um poderia ter. Eu seria mais feliz se eu não me achasse melhor do que a minha vizinha. Mas eu sou infinitamente melhor que ela. Eu e minhas crises de ansiedade somos seres solitários, arrogantes e multiplicados por megalomanias. São mil vezes cem anos de análise e nada. Eu continuo me achando melhor que o amor igual e idiota que se oferece por ai. Melhor do que os casais e seus dilemas de festas de finais de ano e seus sonhos de vestidos brancos e seus cachorros e sacadas de predinhos neoclássicos e planos médicos familiares. Chato, chato, chato.
É sempre nojento quando aparece alguém que quer tentar me amar. Sempre daquele jeito burocraticamente aos poucos e equilibrado e respeitado pela vida social e empresarial e natural e dentro da rotina dos humanos normais do planeta que precisam ir aos poucos porque a vida em sociedade empresarial e natural e tudo isso. E então eu tenho prazer de tornar a vida de todo mundo que se aproxima de mim, achando que pode me amar igual meu vizinho ama a minha vizinha, um inferno. É que, por completa infelicidade, eu sempre acho a minha grama infinitamente mais verde.
O certo, se é que existe o certo, era eu gostar de assistir ao ato da conquista sentada confortavelmente em uma soberba cadeira de rainha. Homens adoram mulheres que se permitem galantear e sorrir entregues para seus lampejos de semi genialidade. O problema é que eu quase sempre sou muito mais engraçada e rápida e semi genial que eles. E estou tão perto de virar um homem que tenho preferido a minha masturbação a ter problemas para conviver com outro ser humano que, por experiência própria, só vai encher a porra do meu saco.
Não sei o nome de milhares de capitais de milhares de estados. A minha vida inteira tirei 6 pra passar de ano. Leio pouco. […] Sou meio flácida e corcunda. Ainda assim, quando um bom moço me oferece amor, me sinto ofendida. Porque é pouco e porque se parece com tudo a minha volta e porque, definitivamente, não tenho estômago pra ser minha vizinha.
Minha vizinha, que é absurdamente igual a todo mundo, é casada com um homem que poderia se passar por qualquer ser humano da terra. Eles vivem uma vida muito parecida com todas as outras. Uma parede me separa dessa realidade insuportável e eu os odeio por isso.
Enquanto isso, gosto bastante de rapazes que, numa festa, conversam de costas pra mim. Pessoas que pouco se importam com a minha existência me libertam de ser especial. Ou, melhor, de não ser esse pequeno e medíocre “especial” que é o máximo de especial que as pessoas podem sentir e dar e ter. Resumindo: me libertam de não ser especial
Se não me percebem não preciso entrar em contato com a dor suprema que é ser percebida de forma tediosa ou menor ou superficial ou igual todos se percebem e se têm e, por fim e rapidamente, não se suportam mais.
Sou imatura, egocêntrica e debilmente iludida por uma auto-estima analgésica de efeito rebote. E dane-se. Um dia o meu amor verdadeiro chegará e será diferente de tudo isso e nós vamos chorar de emoção por ter valido a pena não sangrar até a morte nos insistentes e rotineiros momentos de angústia e nada e vazio e solidão e inconformismo.”
Tati Bernardi

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Pedaços

A maior covardia de um homem é despertar o amor de uma mulher sem ter a intenção de amá-la;

De novo, e por esse motivo, vai ser a última vez.
Que venham os dias tristes, as noites mal dormidas, a saudade consumindo, o amor pedindo volta.
Mas passa, tudo sempre passa. O sol sempre vem pela manhã!!!

terça-feira, 5 de junho de 2012

Sem mais.

'Mulher não desiste, se cansa. A gente tem essa coisa de ir até o fim, esgotar todas as possibilidades, pagar pra ver. A gente paga mesmo. Paga caro, com juros e até parcelado. Mas não tem preço sair de cabeça erguida, sem culpa, sem ‘E se’ ! A gente completa o percurso e ás vezes fica até andando em círculos, mas quando a gente muda de caminho, meu amigo, é fim de jogo pra você. Enquanto a gente enche o saco com ciúmes e saudade, para de reclamar e agradece a Deus! Porque no dia que a gente aceitar tranquilamente te dividir com o mundo, a gente não ficou mais compreensiva, a gente parou de se importar, já era. Quem ama, cuida! E a gente cuida até demais, mas dar sem receber é caridade, não carinho! E estamos numa relação, não numa sessão espírita. A gente entende e respeita seu jeito, desde que você supra pelo menos o mínimo das nossas necessidades, principalmente emocionais, porque carne tem em qualquer esquina.'
Tati Bernadi

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Rotineiro

Os últimos dias têm sido bem cansativos.
Final de semana foi bom com as pessoas certas.
Semana começando com cheirinho de feriado. Até amanhã!!!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Coração apertado

Te sinto tão perto e ao mesmo tempo tão longe do meu coração e isso está me matando aos poucos pois tudo que imaginei ter após os piores dias contigo estão indo embora. O medo de tomar certas decisões faz com que fiquemos mais um pouco, só pra esse muito pouco ser um pouco de nós. O único problema é que não sabemos quantas coisas podemos estar perdendo insistindo nisso, a não ser nós dois. Quem me dirá pra ficar mais um pouco se eu não quero mais. Quero você e quero agora, quis todos os dias e você não veio. Tenho medo de continuar querendo e você nunca mais aparecer e fazer como da última vez, simplismente sair da minha vida e o meu mundo desabar novamente. O pior de tudo é que no fundo, no fundo, com todos os erros possíveis, defeitos, falta de amor, nós fomos feitos um para o outro. Disso eu tenho certeza. Eu só não sei se fomos feitos pra ficarmos juntos.